Aquele exercito de homens vestido de preto como a morte parecia ter sido enviado do inferno apenas para a aquela carnificina. Nada saqueavam. Guerreiros com armaduras negras e olhos flamejantes de ódio entravam nas casas, degolavam as mulheres, perfuraram homens, estripavam as crianças e partiam para outro casebre recomeçar o ciclo. Um pequeno grupo de homens tentou enfrenta-los com as ferramentas de colheita. Obviamente em vão. Antes que pudessem empunhar de verdade suas armas, três dardos, partidos do mesmo arco, acertaram-lhes a testa.
Não durou mais de uma hora a morte de aproximadamente 200 pessoas. Quando olharam em volta e viram que não havia nenhuma outra alma em pé urraram como leões o exército negro, levantando suas armas, em comemoração. Surge então a figura de um homem alto com as vestimentas do exercito, mas em armadura mais imponente, com uma grande capa toda na cor da morte em cima de um trono que mais parecia uma cama, todo detalhado com figuras como caveiras, panteras, dragões, carregado por doze homens. Ele levanta apenas as mãos e os homens param imediatamente. O homem imponente levanta-se e todos os outros homens, exceto os que carregavam o trono, ajoelham-se. Ele chama por um de seus guerreiros por um nome incompreensível e este se levanta. O aparente líder faz uma pergunta com palavras que não conseguiríamos repetir para este guerreiro em pé. O guerreiro olha em volta, só vê chamas e ruínas e faz sinal de positivo com a cabeça. O homem imponente senta-se novamente e estala os dedos. Os homens que o carregam, imediatamente, dão meia volta e o leva para a direção que vieram. O guerreiro e as cavalarias o seguem. Em meio àquela escuridão eles desaparecem da mesma maneira que surgiram: como assombrações infernais. Nenhum ser vivo restou, nenhum bem e nenhuma construção. Apenas ruínas, sangue e brasa no chão e esta última não demorou muito para ser engolida pela noite. [ Fim do Prólogo]
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